PERSONAL YOGA SÁDHÁNA-ARAÚJO
UNIÃO CONSIGO PRÓPIO,YOGA É UMA FILOSOFIA DE AUTOCONHECIMENTO NA QUAL POR MEIO DA PRÁTICA DE TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS MILENARES,A PESSOA ALCANÇA SUA CONSCIÊNCIA MAIS INTIMA,SUA ESSÊNCIA,SEU SELF.
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CURSOS 24 H0RAS PELA INTERNET
domingo, 24 de abril de 2011
domingo, 20 de março de 2011
O GURU EO Discipulo | http://edyaraujo5.typepad.com/blog/
O GURU EO Discipulo | http://edyaraujo5.typepad.com/blog/
Uncategorized20 de março de 2011edyaraujo5No CommentsO GURU EO Discipulo
A Tradição do Guru, OU Mestre e Discipulo do Yoga e Muito Antiga. Aprendizado Todo, transmitido de Geração in Geração, TEM ESSE Caminho percorrido. O guru compassivo serviços DEVE, MAS Exigente. O praticante, sincero e Dedicado. Como distinguir Entre o Falso EO Verdadeiro guru? O Culto AO guru, mestre UO, e asiatico Conceito um. Um Sociedades Outras, ESSA Concepção exótica O PARECER Pode, Misteriosa e MESMO inaceitável, Como se ferisse um indivíduo Julgamento OU Liberdade. Traduza Que pensadores consideram o guru e desnecessário Absolutamente Outros acham Que Que nao se PoDE atingir QUALQUÉR SEM OBJETIVO um guru hum de Orientação. Talvez POSSA se esclarecer uma importãncia do guru Pelo Raiz da Exame do Termo sânscrito; Significa Gu "Escuridão" e Significa Ru "Luz" - Guru e Aquele Que Leva uma Pessoa à Luz da Escuridão. Embora Sadhaka, Aquele Que Busca DEVE Sozinho percorrer o Caminho da Auto-Realização, a Orientação do guru e essencial par o Sorting Ordenação Rumo Certo AO Discipulo e salvaguardá-lo. Durante o Processo Espiritual, o guru E a Voz da Consciência.
Uncategorized20 de março de 2011edyaraujo5No CommentsO GURU EO Discipulo
A Tradição do Guru, OU Mestre e Discipulo do Yoga e Muito Antiga. Aprendizado Todo, transmitido de Geração in Geração, TEM ESSE Caminho percorrido. O guru compassivo serviços DEVE, MAS Exigente. O praticante, sincero e Dedicado. Como distinguir Entre o Falso EO Verdadeiro guru? O Culto AO guru, mestre UO, e asiatico Conceito um. Um Sociedades Outras, ESSA Concepção exótica O PARECER Pode, Misteriosa e MESMO inaceitável, Como se ferisse um indivíduo Julgamento OU Liberdade. Traduza Que pensadores consideram o guru e desnecessário Absolutamente Outros acham Que Que nao se PoDE atingir QUALQUÉR SEM OBJETIVO um guru hum de Orientação. Talvez POSSA se esclarecer uma importãncia do guru Pelo Raiz da Exame do Termo sânscrito; Significa Gu "Escuridão" e Significa Ru "Luz" - Guru e Aquele Que Leva uma Pessoa à Luz da Escuridão. Embora Sadhaka, Aquele Que Busca DEVE Sozinho percorrer o Caminho da Auto-Realização, a Orientação do guru e essencial par o Sorting Ordenação Rumo Certo AO Discipulo e salvaguardá-lo. Durante o Processo Espiritual, o guru E a Voz da Consciência.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
orkut - meu orkut
orkut - meu orkutEDYARAUJO MIX C/YOGA personal yoga sádhana-araújo PERSONAL YOGA SÁDHANA-ARAÚJO AGORA TAMBÉM NO GOVINDA YOGA E TERAPIAS, Todas As; 3ª 5ª As 07:00 e as 08:30 e 6ª As 10:30, Na ladeira Da Barra, Ed. Yacht Privilege
Atenção A todos Os Amigos Por favor Compartilhem e Me Ajudem A Divulgar. Muito Obrigado Um carinhoso Abraço E Um beijo. Santi
Atenção A todos Os Amigos Por favor Compartilhem e Me Ajudem A Divulgar. Muito Obrigado Um carinhoso Abraço E Um beijo. Santi
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
COMER MAIS PROTEÍNAS E MENOS CARBOIDRATOS AJUDA A MANTER O PESO | http://edyaraujo5.typepad.com/blog/
COMER MAIS PROTEÍNAS E MENOS CARBOIDRATOS AJUDA A MANTER O PESO | http://edyaraujo5.typepad.com/blog/
Segundo um novo estudo, comer mais proteínas e menos carboidratos refinados ajuda a manter o peso.
Os participantes do estudo foram divididos em grupos alimentares de variadas quantidades de proteína, uma quantidade moderada de gordura, e diferentes quantidades de carboidratos, classificados como de alto ou baixo índice glicêmico, uma medida que indica quão rápido um alimento é convertido em açúcar no sangue.
Os resultados da pesquisa mostram que, entre homens e mulheres que perderam pelo menos 8% do seu peso em uma dieta de baixa caloria, aqueles que passaram os próximos seis meses seguindo uma dieta de manutenção rica em proteínas e pobre em carboidratos refinados foram os menos prováveis a ganhar qualquer peso novamente, e também foram os menos propensos a abandonar o estudo.
Os pesquisadores alertam que ainda não é possível afirmar que as descobertas do estudo podem ser transformadas em conselhos dietéticos para uma utilização mais ampla, porque o índice glicêmico não é uma ferramenta fácil e simples de usar. A maioria das pessoas talvez não consiga.
O índice glicêmico (IG) foi originalmente desenvolvido para o uso dos diabéticos, e indica a rapidez com que a glicose atinge seu pico no sangue depois que uma pessoa come um determinado alimento. Alimentos de alto IG, como o pão branco, produzem um rápido pico de glicose no sangue, enquanto alimentos de baixo índice glicêmico, como pães integrais, causam um aumento mais lento do açúcar no sangue, que dura um período de tempo maior. A maioria dos rótulos de alimentos não indica o IG de um alimento, nem há informação adequada sobre isso na internet.
Participaram do estudo 773 homens e mulheres e suas famílias, em oito diferentes países da Europa Ocidental. As famílias foram distribuídas aleatoriamente em uma das cinco diferentes dietas de manutenção de peso por 26 semanas. Nenhuma caloria era restrita, mas quatro das dietas ditavam a proporção de proteínas, gorduras e carboidratos refinados que deveriam fazer parte da alimentação diária.
Um grupo sem restrição alimentar serviu como controle, e o resto foi designado para comer ou uma dieta de baixa proteína e baixo IG; ou uma dieta de baixa proteína e alto IG; ou uma dieta de alta proteína e baixo IG; ou, por fim, uma dieta de alta proteína e alto IG.
Nos grupos de baixa proteína, as pessoas consumiram 13% das calorias em proteína. Nos grupos de alta proteína, 25% da energia total consumida foi de proteína. Pessoas em todos os grupos puderam comer o quanto quisessem.
61% dos adultos (548 pessoas) concluíram o estudo. Enquanto cerca de 26% das pessoas do grupo de alta proteína ou do grupo de baixo IG abandonaram o estudo, 37% das pessoas do grupo de baixa proteína ou alto IG abandonaram.
Entre os que completaram o estudo, apenas aqueles que comeram a dieta de baixa proteína e alto IG ganharam uma quantidade significativa de peso (1,67 kg, em média). Quando os pesquisadores analisaram separadamente as pessoas nos grupos de dieta de alta proteína, eles descobriram que essas pessoas ganharam cerca de um quilo menos do que aqueles nos grupos de baixa proteína. O mesmo foi verdade para o baixo IG versus grupos de alto IG.
Alimentos com baixo IG, portanto, podem ser uma solução. Mas os pesquisadores sugerem que as pessoas usem o bom senso na aplicação do princípio do baixo índice glicêmico. O chocolate de avelã Nutella, por exemplo, tem um IG mais baixo do que cenoura cozida, embora, obviamente, não seja um alimento mais saudável. Segundo eles, as pessoas devem usar o conceito de IG nos grupos de alimentos mais saudáveis, por exemplo, escolher pães integrais ao invés de pão branco, ou arroz integral e não branco.
A pesquisa pode ser muito útil a sociedade. Enquanto muitas pessoas conseguem emagrecer, o desafio maior continua sendo manter o peso, e não engordar novamente. O fato de que as dietas de alta proteína e baixo IG foram mais bem-sucedidas sugere que manter o peso pode ser mais fácil do que se pensava.
Assim, pode não ser tanto uma questão de força de vontade, e sim de saber a dieta certa. Segundo os pesquisadores, as pessoas podem tentar isso em casa. Adicionar uma porção de nozes e feijão à dieta todos os dias, bem como cortar os grãos refinados, é a melhor escolha. Isso irá produzir, pelo menos, uma mudança de hábitos alimentares do mesmo nível obtido no estudo. Se todos cortassem duas porções de cereais refinados e os substituíssem por uma porção de nozes e feijão, o impacto na saúde pública seria potencialmente enorme.
Segundo um novo estudo, comer mais proteínas e menos carboidratos refinados ajuda a manter o peso.
Os participantes do estudo foram divididos em grupos alimentares de variadas quantidades de proteína, uma quantidade moderada de gordura, e diferentes quantidades de carboidratos, classificados como de alto ou baixo índice glicêmico, uma medida que indica quão rápido um alimento é convertido em açúcar no sangue.
Os resultados da pesquisa mostram que, entre homens e mulheres que perderam pelo menos 8% do seu peso em uma dieta de baixa caloria, aqueles que passaram os próximos seis meses seguindo uma dieta de manutenção rica em proteínas e pobre em carboidratos refinados foram os menos prováveis a ganhar qualquer peso novamente, e também foram os menos propensos a abandonar o estudo.
Os pesquisadores alertam que ainda não é possível afirmar que as descobertas do estudo podem ser transformadas em conselhos dietéticos para uma utilização mais ampla, porque o índice glicêmico não é uma ferramenta fácil e simples de usar. A maioria das pessoas talvez não consiga.
O índice glicêmico (IG) foi originalmente desenvolvido para o uso dos diabéticos, e indica a rapidez com que a glicose atinge seu pico no sangue depois que uma pessoa come um determinado alimento. Alimentos de alto IG, como o pão branco, produzem um rápido pico de glicose no sangue, enquanto alimentos de baixo índice glicêmico, como pães integrais, causam um aumento mais lento do açúcar no sangue, que dura um período de tempo maior. A maioria dos rótulos de alimentos não indica o IG de um alimento, nem há informação adequada sobre isso na internet.
Participaram do estudo 773 homens e mulheres e suas famílias, em oito diferentes países da Europa Ocidental. As famílias foram distribuídas aleatoriamente em uma das cinco diferentes dietas de manutenção de peso por 26 semanas. Nenhuma caloria era restrita, mas quatro das dietas ditavam a proporção de proteínas, gorduras e carboidratos refinados que deveriam fazer parte da alimentação diária.
Um grupo sem restrição alimentar serviu como controle, e o resto foi designado para comer ou uma dieta de baixa proteína e baixo IG; ou uma dieta de baixa proteína e alto IG; ou uma dieta de alta proteína e baixo IG; ou, por fim, uma dieta de alta proteína e alto IG.
Nos grupos de baixa proteína, as pessoas consumiram 13% das calorias em proteína. Nos grupos de alta proteína, 25% da energia total consumida foi de proteína. Pessoas em todos os grupos puderam comer o quanto quisessem.
61% dos adultos (548 pessoas) concluíram o estudo. Enquanto cerca de 26% das pessoas do grupo de alta proteína ou do grupo de baixo IG abandonaram o estudo, 37% das pessoas do grupo de baixa proteína ou alto IG abandonaram.
Entre os que completaram o estudo, apenas aqueles que comeram a dieta de baixa proteína e alto IG ganharam uma quantidade significativa de peso (1,67 kg, em média). Quando os pesquisadores analisaram separadamente as pessoas nos grupos de dieta de alta proteína, eles descobriram que essas pessoas ganharam cerca de um quilo menos do que aqueles nos grupos de baixa proteína. O mesmo foi verdade para o baixo IG versus grupos de alto IG.
Alimentos com baixo IG, portanto, podem ser uma solução. Mas os pesquisadores sugerem que as pessoas usem o bom senso na aplicação do princípio do baixo índice glicêmico. O chocolate de avelã Nutella, por exemplo, tem um IG mais baixo do que cenoura cozida, embora, obviamente, não seja um alimento mais saudável. Segundo eles, as pessoas devem usar o conceito de IG nos grupos de alimentos mais saudáveis, por exemplo, escolher pães integrais ao invés de pão branco, ou arroz integral e não branco.
A pesquisa pode ser muito útil a sociedade. Enquanto muitas pessoas conseguem emagrecer, o desafio maior continua sendo manter o peso, e não engordar novamente. O fato de que as dietas de alta proteína e baixo IG foram mais bem-sucedidas sugere que manter o peso pode ser mais fácil do que se pensava.
Assim, pode não ser tanto uma questão de força de vontade, e sim de saber a dieta certa. Segundo os pesquisadores, as pessoas podem tentar isso em casa. Adicionar uma porção de nozes e feijão à dieta todos os dias, bem como cortar os grãos refinados, é a melhor escolha. Isso irá produzir, pelo menos, uma mudança de hábitos alimentares do mesmo nível obtido no estudo. Se todos cortassem duas porções de cereais refinados e os substituíssem por uma porção de nozes e feijão, o impacto na saúde pública seria potencialmente enorme.
domingo, 12 de dezembro de 2010
“Hormônio do amor” pode ser capaz de curar várias doenças psiquiátricas « Edyaraujo's Blog
“Hormônio do amor” pode ser capaz de curar várias doenças psiquiátricas « Edyaraujo's Blog
Nos últimos anos, muitos estudos sobre o hormônio ocitocina foram feitos. Ele até ganhou uma reputação de “hormônio do amor”.
A ocitocina é um hormônio liberado pela glândula pituitária, que afeta tanto o corpo quanto o cérebro. No corpo humano, facilita contrações do útero durante o parto e ajuda na liberação do leite durante a amamentação.
O hormônio também afeta as interações sociais em um número de mamíferos, de ratos e toupeiras a cães e macacos. Por exemplo, estudos mostram que ratos que recebem ocitocina ficam mais juntos, e macacos que recebem o hormônio passam mais tempo cuidando uns do outros.
E há efeitos sociais sobre as pessoas também. Um deles mostrou que um spray nasal de ocitocina, maneira frequentemente utilizada para levar o hormônio direto para o cérebro, torna as pessoas mais confiantes. Outros descobriram que depois de tomar ocitocina, as pessoas olhavam mais frequentemente para a região dos olhos em imagens de rostos humanos. As pessoas olham para os olhos para ler o estado emocional e a confiança no outro.
Apesar de todas estas constatações, o uso médico do hormônio permanece limitado à obstetrícia; é utilizado para induzir o parto e ajudar na amamentação.
Algumas dessas pesquisas até chegaram à fase de ensaios clínicos – que testam a eficácia e a segurança de uma substância antes de aprovar uma droga – com resultados promissores, mas nada foi realizado.
Agora, pesquisadores estão tentando aplicar as descobertas sobre a ocitocina em tratamentos para doenças psiquiátricas. Eles afirmam que a capacidade única do hormônio de ajustar os relacionamentos e a intimidade pode remediar os sintomas da esquizofrenia, do transtorno de estresse pós-traumático (TSPT) e da ansiedade, bem como melhorar as habilidades sociais entre as pessoas com autismo.
Um dos estudos, com 15 pacientes esquizofrênicos, concluiu que aqueles que tomaram ocitocina durante três semanas, junto com a medicação regular antipsicótica, melhoraram seus sintomas e alucinaram menos do que aqueles que tomaram placebo.
O campo de tratamento da esquizofrenia atingiu um impasse nos últimos anos. Todos os medicamentos atuais têm os mesmos mecanismos de quando antipsicóticos foram descobertos há 50 anos. A ocitocina pode ser o novo mecanismo capaz de melhorar os sintomas da doença através de uma via diferente.
Considerando os efeitos sociais da ocitocina, faz sentido a hipótese de que ela também poderia tratar o autismo, condição caracterizada pela dificuldade em interagir com os outros. Pesquisadores já demonstraram que pessoas com autismo têm, naturalmente, menores níveis de ocitocina.
Agora, um estudo descobriu que pessoas com autismo que receberam ocitocina foram capazes de determinar o tom emocional de discursos mais consistentemente do que aqueles que receberam placebo.
Já estudos sobre outras doenças têm mostrado resultados mais mistos. Pacientes com transtorno de ansiedade social que tomaram ocitocina melhoraram a sua auto-imagem enquanto faziam um discurso. No entanto, após cinco semanas de tratamento, que incluiu também ensinar os pacientes a enfrentar seus medos sociais, a ocitocina não provocou nenhuma mudança em relação aos pacientes que receberam o placebo.
A ocitocina também está sendo testada em ensaios clínicos para tratamento de depressão, transtorno de personalidade e abstinência de álcool.
Um grande problema é que os pesquisadores ainda não sabem ao certo como o hormônio age. Uma hipótese é que a ocitocina prejudique a atividade da “região do medo” no cérebro, a amígdala, diminuindo o estresse e a ansiedade.
Um declínio na ansiedade poderia permitir que as pessoas atendessem a sugestões sociais que elas normalmente evitam. A hipótese também leva a crer que o hormônio seria útil às pessoas com TSPT, que é um distúrbio do medo. No TSPT, o cérebro continua dando a resposta de medo, como se as pessoas estivessem novamente na situação traumática pela qual passaram.
No entanto, os resultados obtidos até agora, apesar de trazerem esperanças, não são fantásticos. Existem muitos obstáculos à pesquisa. Como a ocitocina é uma molécula grande, ela não atravessa da circulação sanguínea para o cérebro muito facilmente. Também, ela é rapidamente degradada no estômago e no sangue.
Além disso, os pesquisadores não sabem o quão grande as doses do hormônio precisam ser, ou com que frequência o remédio deve ser dado para ter um impacto significativo. Descobrir a dosagem ideal pode ser difícil. Mas se os pesquisadores conseguirem atingir essa dosagem com algum grau de precisão, os resultados poderiam ser muito bons.
Os cientistas também não sabem o quanto da ocitocina vai para o cérebro quando é administrada como spray, ou se sequer chega lá. Não há nenhuma maneira de ver o hormônio no cérebro. Mas os efeitos que ela produz – como a redução de alucinações – exigem mudanças no cérebro, por isso os pesquisadores têm razão para acreditar que o hormônio atinge o cérebro.
Segundo os pesquisadores, não está claro se as pessoas que tomam a ocitocina se sentem diferentes. Eles dizem que pode ser que o hormônio aja sutilmente para mudar o comportamento ou a forma como as pessoas processam informações sociais.
Por enquanto, os efeitos colaterais da ocitocina tem sido benignos. Mas como o hormônio é algo produzido naturalmente pelo corpo, os pesquisadores não sabem se aumentar essa quantidade natural por longos períodos de tempo poderá ser prejudicial.
Os cientistas também precisam estabelecer se o hormônio afeta homens e mulheres de forma diferente. A ocitocina pode apresentar riscos à saúde para as mulheres por causa de seu papel de induzir as contrações do útero. A maioria dos estudos até hoje foram realizados em homens.
Embora seja possível comprar o hormônio em sites, se isso realmente funciona é outra história. O hormônio requer uma grande análise científica, processo que ainda está em sua infância nos laboratórios.
Ou seja, a ocitocina não foi aprovada para o tratamento de nenhum transtorno psiquiátrico. Porém, alguns estudos, como os citados, estão caminhando para isso. Embora os efeitos obtidos até hoje tenham sido sutis, ainda podem se tornar importantes terapias.
Além de transtornos mentais, os pesquisadores estão estudando os potenciais benefícios da ocitocina para uma série de outras condições como dores de cabeça, gripe e danos à pele.
Segundo os cientistas, não é necessário comprar um spray (nada confiável na situação atual) para solicitar a produção do hormônio. Eles suspeitam que algumas coisas “provocam” a produção de ocitocina naturalmente: massagem, sexo, toque, contato visual, etc. E para essas coisas, não há contra-indicações.
Nos últimos anos, muitos estudos sobre o hormônio ocitocina foram feitos. Ele até ganhou uma reputação de “hormônio do amor”.
A ocitocina é um hormônio liberado pela glândula pituitária, que afeta tanto o corpo quanto o cérebro. No corpo humano, facilita contrações do útero durante o parto e ajuda na liberação do leite durante a amamentação.
O hormônio também afeta as interações sociais em um número de mamíferos, de ratos e toupeiras a cães e macacos. Por exemplo, estudos mostram que ratos que recebem ocitocina ficam mais juntos, e macacos que recebem o hormônio passam mais tempo cuidando uns do outros.
E há efeitos sociais sobre as pessoas também. Um deles mostrou que um spray nasal de ocitocina, maneira frequentemente utilizada para levar o hormônio direto para o cérebro, torna as pessoas mais confiantes. Outros descobriram que depois de tomar ocitocina, as pessoas olhavam mais frequentemente para a região dos olhos em imagens de rostos humanos. As pessoas olham para os olhos para ler o estado emocional e a confiança no outro.
Apesar de todas estas constatações, o uso médico do hormônio permanece limitado à obstetrícia; é utilizado para induzir o parto e ajudar na amamentação.
Algumas dessas pesquisas até chegaram à fase de ensaios clínicos – que testam a eficácia e a segurança de uma substância antes de aprovar uma droga – com resultados promissores, mas nada foi realizado.
Agora, pesquisadores estão tentando aplicar as descobertas sobre a ocitocina em tratamentos para doenças psiquiátricas. Eles afirmam que a capacidade única do hormônio de ajustar os relacionamentos e a intimidade pode remediar os sintomas da esquizofrenia, do transtorno de estresse pós-traumático (TSPT) e da ansiedade, bem como melhorar as habilidades sociais entre as pessoas com autismo.
Um dos estudos, com 15 pacientes esquizofrênicos, concluiu que aqueles que tomaram ocitocina durante três semanas, junto com a medicação regular antipsicótica, melhoraram seus sintomas e alucinaram menos do que aqueles que tomaram placebo.
O campo de tratamento da esquizofrenia atingiu um impasse nos últimos anos. Todos os medicamentos atuais têm os mesmos mecanismos de quando antipsicóticos foram descobertos há 50 anos. A ocitocina pode ser o novo mecanismo capaz de melhorar os sintomas da doença através de uma via diferente.
Considerando os efeitos sociais da ocitocina, faz sentido a hipótese de que ela também poderia tratar o autismo, condição caracterizada pela dificuldade em interagir com os outros. Pesquisadores já demonstraram que pessoas com autismo têm, naturalmente, menores níveis de ocitocina.
Agora, um estudo descobriu que pessoas com autismo que receberam ocitocina foram capazes de determinar o tom emocional de discursos mais consistentemente do que aqueles que receberam placebo.
Já estudos sobre outras doenças têm mostrado resultados mais mistos. Pacientes com transtorno de ansiedade social que tomaram ocitocina melhoraram a sua auto-imagem enquanto faziam um discurso. No entanto, após cinco semanas de tratamento, que incluiu também ensinar os pacientes a enfrentar seus medos sociais, a ocitocina não provocou nenhuma mudança em relação aos pacientes que receberam o placebo.
A ocitocina também está sendo testada em ensaios clínicos para tratamento de depressão, transtorno de personalidade e abstinência de álcool.
Um grande problema é que os pesquisadores ainda não sabem ao certo como o hormônio age. Uma hipótese é que a ocitocina prejudique a atividade da “região do medo” no cérebro, a amígdala, diminuindo o estresse e a ansiedade.
Um declínio na ansiedade poderia permitir que as pessoas atendessem a sugestões sociais que elas normalmente evitam. A hipótese também leva a crer que o hormônio seria útil às pessoas com TSPT, que é um distúrbio do medo. No TSPT, o cérebro continua dando a resposta de medo, como se as pessoas estivessem novamente na situação traumática pela qual passaram.
No entanto, os resultados obtidos até agora, apesar de trazerem esperanças, não são fantásticos. Existem muitos obstáculos à pesquisa. Como a ocitocina é uma molécula grande, ela não atravessa da circulação sanguínea para o cérebro muito facilmente. Também, ela é rapidamente degradada no estômago e no sangue.
Além disso, os pesquisadores não sabem o quão grande as doses do hormônio precisam ser, ou com que frequência o remédio deve ser dado para ter um impacto significativo. Descobrir a dosagem ideal pode ser difícil. Mas se os pesquisadores conseguirem atingir essa dosagem com algum grau de precisão, os resultados poderiam ser muito bons.
Os cientistas também não sabem o quanto da ocitocina vai para o cérebro quando é administrada como spray, ou se sequer chega lá. Não há nenhuma maneira de ver o hormônio no cérebro. Mas os efeitos que ela produz – como a redução de alucinações – exigem mudanças no cérebro, por isso os pesquisadores têm razão para acreditar que o hormônio atinge o cérebro.
Segundo os pesquisadores, não está claro se as pessoas que tomam a ocitocina se sentem diferentes. Eles dizem que pode ser que o hormônio aja sutilmente para mudar o comportamento ou a forma como as pessoas processam informações sociais.
Por enquanto, os efeitos colaterais da ocitocina tem sido benignos. Mas como o hormônio é algo produzido naturalmente pelo corpo, os pesquisadores não sabem se aumentar essa quantidade natural por longos períodos de tempo poderá ser prejudicial.
Os cientistas também precisam estabelecer se o hormônio afeta homens e mulheres de forma diferente. A ocitocina pode apresentar riscos à saúde para as mulheres por causa de seu papel de induzir as contrações do útero. A maioria dos estudos até hoje foram realizados em homens.
Embora seja possível comprar o hormônio em sites, se isso realmente funciona é outra história. O hormônio requer uma grande análise científica, processo que ainda está em sua infância nos laboratórios.
Ou seja, a ocitocina não foi aprovada para o tratamento de nenhum transtorno psiquiátrico. Porém, alguns estudos, como os citados, estão caminhando para isso. Embora os efeitos obtidos até hoje tenham sido sutis, ainda podem se tornar importantes terapias.
Além de transtornos mentais, os pesquisadores estão estudando os potenciais benefícios da ocitocina para uma série de outras condições como dores de cabeça, gripe e danos à pele.
Segundo os cientistas, não é necessário comprar um spray (nada confiável na situação atual) para solicitar a produção do hormônio. Eles suspeitam que algumas coisas “provocam” a produção de ocitocina naturalmente: massagem, sexo, toque, contato visual, etc. E para essas coisas, não há contra-indicações.
domingo, 28 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Edyaraujo's Profile | TypePad
Edyaraujo's Profile | TypePad
26 de Outubro de 2010
08h45min ET
De Dan CNN Gilgoff:
Como PESSOAS OS podem fortalecer Circuitos fazer Associados Cérebro humano e A Felicidade Comportamento positivo, ASSIM Como Somos capazes de fortalecer OS exercícios com Músculos?
Richard Davidson, Que Durante Décadas estilos antes Budista exercícios - Uma forma de Exercício mental, elementos insiste NÓS PODEMOS in que.
E Davidson, meditando Que FOI DESDE visitando uma Índia Como uma Estudante Graduado in Harvard de 1970, dez credibilidade Sobre o Assunto «Além de SUA Própria Experiência.
Um psicólogo formado com base na Universidade de Wisconsin, Madison, ele se tornou o líder de uma área relativamente nova chamada neurociência contemplativa - a ciência do cérebro da meditação.
26 de Outubro de 2010
08h45min ET
De Dan CNN Gilgoff:
Como PESSOAS OS podem fortalecer Circuitos fazer Associados Cérebro humano e A Felicidade Comportamento positivo, ASSIM Como Somos capazes de fortalecer OS exercícios com Músculos?
Richard Davidson, Que Durante Décadas estilos antes Budista exercícios - Uma forma de Exercício mental, elementos insiste NÓS PODEMOS in que.
E Davidson, meditando Que FOI DESDE visitando uma Índia Como uma Estudante Graduado in Harvard de 1970, dez credibilidade Sobre o Assunto «Além de SUA Própria Experiência.
Um psicólogo formado com base na Universidade de Wisconsin, Madison, ele se tornou o líder de uma área relativamente nova chamada neurociência contemplativa - a ciência do cérebro da meditação.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
O GURU E O DISCÍPULO
O GURU E O DISCÍPULO
A Tradição do Guru, ou Mestre, e do Discípulo Yoga é muito antiga. Todo aprendizado, transmitido de geração em geração, tem percorrido esse caminho. O Guru deve ser compassivo, mas exigente. O Praticante, sincero e dedicado. Como distinguir entre o verdadeiro guru e o falso? O culto ao guru, ou mestre, é um conceito asiático. A outras sociedades, essa concepção pode parecer exótica, misteriosa e mesmo inaceitável, como se ferisse a liberdade, ou julgamento individual. Há pensadores que consideram o guru absolutamente desnecessário e outros que acham que não se pode atingir qualquer objetivo sem a orientação de um guru. Talvez possa se esclarecer a importância do guru pelo exame da raiz do termo sânscrito; Gu significa “Escuridão” e Ru significa “Luz” – Guru é aquele que leva a pessoa da escuridão à Luz. Embora Sadhaka, aquele que busca deve percorrer sozinho o caminho da auto-realização, a orientação do guru é essencial para mostrar o rumo certo ao discípulo e salvaguardá-lo. Durante o processo espiritual, o guru é a voz da consciência.
HTTP://www.iyengar.com.br
A Tradição do Guru, ou Mestre, e do Discípulo Yoga é muito antiga. Todo aprendizado, transmitido de geração em geração, tem percorrido esse caminho. O Guru deve ser compassivo, mas exigente. O Praticante, sincero e dedicado. Como distinguir entre o verdadeiro guru e o falso? O culto ao guru, ou mestre, é um conceito asiático. A outras sociedades, essa concepção pode parecer exótica, misteriosa e mesmo inaceitável, como se ferisse a liberdade, ou julgamento individual. Há pensadores que consideram o guru absolutamente desnecessário e outros que acham que não se pode atingir qualquer objetivo sem a orientação de um guru. Talvez possa se esclarecer a importância do guru pelo exame da raiz do termo sânscrito; Gu significa “Escuridão” e Ru significa “Luz” – Guru é aquele que leva a pessoa da escuridão à Luz. Embora Sadhaka, aquele que busca deve percorrer sozinho o caminho da auto-realização, a orientação do guru é essencial para mostrar o rumo certo ao discípulo e salvaguardá-lo. Durante o processo espiritual, o guru é a voz da consciência.
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Tropa de Elite 2, ou o labirinto de José Padilha e de todos nós - Deputado Federal Chico Alencar - PSOL/RJ
Tropa de Elite 2, ou o labirinto de José Padilha e de todos nós - Deputado Federal Chico Alencar - PSOL/RJ
Tropa de Elite 2, ou o labirinto de José Padilha e de todos nós
José Cláudio Souza Alves - 20/10/2010
Tropa de Elite 2, na esteira do primeiro, mas sem o marketing da clandestinidade pirata, já nasce fadado ao sucesso de público.
Dá continuidade a elementos do primeiro, mas inclui modificações determinantes que, na tensão com aquilo que se repete, revela o incrível labirinto em que se meteu José Padilha. Ou será o labirinto de todos nós?
Na conta do que se mantém, temos a espetacularização da violência, ingrediente determinante em filmes de ação, a apologia institucional do Bope, a banalização da carne barata de traficantes, a degradação da corrupta polícia militar e a humanização do capitão nascimento, via complexo familiar.
Padilha, porém, revela uma sensibilidade aos acontecimentos que marcaram a vida do Rio de Janeiro, desde o primeiro filme, permitindo assim o avanço na complexidade do tema.
Surpreende a vinculação da violência ao poder político como eixo mais forte da trama. Não que ele esteja ausente no primeiro, mas agora ele se transforma no alvo.
Independente da caricaturização do vilão, indispensável ao filme de ação e, portanto, o consequente maniqueísmo e exacerbação de uma visão conspiratória, o grande mérito se revela na percepção do Estado enquanto organizador do crime. Tese por mim desenvolvida no meu livro Dos Barões ao Extermínio, sobre os grupos de extermínio na Baixada Fluminense.
A introdução do intelectual de esquerda, ridicularizado inicialmente e legitimado no final, faz uma costura secundária, mas determinante desta tese.
A inspiração no trabalho do deputado estadual Marcelo Freixo, à frente da CPI das milícias na Alerj, ganha contornos quase hitchcoquianos, com a sua presença nas imagens iniciais do filme, a exemplo do que o mestre do suspense fazia consigo mesmo nas suas películas.
Neste filão, Padilha passeia pelo conjunto de políticos formado por deputado estadual, secretário de segurança pública e governador, além dos seus subordinados, revelando parte do que no filme é denominado de “sistema”.
Protegido pela licença ficcional, algo profundamente invejado por um sociólogo nos limites da academia, militante na Baixada e morador de Vigário Geral, o diretor desnuda o “sistema” sem pudor, construindo um final feliz, não isento de angústias, dada a ampliação da visão para o âmbito nacional e a continuidade do “sistema”. Gancho para a continuidade da série.
Adentramos, assim, no labirinto de Padilha e nosso carregando velhas e novas questões.
A convivência entre o reduzido protagonismo do deputado da CPI das milícias, a homogeneização rebaixada dos moradores de favelas, invisíveis no filme, e a centralidade do heróico e humanizado capitão Nascimento vão além dos limites da obra cinematográfica.
Invisibiliza, a exemplo do que fez com os moradores pobres, os grupos econômicos que financiam os políticos e maximizam seus lucros. Tangencia as empresas e serviços de comunicação que vendem o sangue junto com a campanha eleitoral. Ignora os bancos que lavam todo o dinheiro das milícias e os empresários e banqueiros que financiam 7 mil reais na compra de um quilo de cocaína boliviana e recebem 47 mil reais de retorno bruto apenas com adição de fermento para bolo, sua venda no varejo e a execução dos vendedores, para garantir a paz dos consumidores.
A humanização do Nascimento avança pelo complexo familiar ampliado, levando-o ao paroxismo de se tornar depoente chave da CPI das milícias e determinar a prisão dos elos mais frágeis do “sistema”.
Deixando de ser o cavaleiro negro, ou melhor, a caveira negra, opta pelo caminho branco da lei. Faz meia culpa ao confessar que não sabia mais porque matava pelo Bope, produz a ruptura determinante ao acusar a polícia de responsável pela organização do crime, mas traz silenciosamente consigo a sombra do injustiçado soldado André Matias, que apenas matara mais um vagabundo e foi executado por acreditar na integridade da polícia.
Matias, alterego de Nascimento, anuncia o controle político que o “sistema” exerce e morre por acreditar neste mesmo “sistema”. Ingenuidade? Talvez.
A dubiedade de Matias é a mola propulsora de Nascimento. Como romper o “sistema” por dentro? Como alterar o Estado Crime a partir dele próprio? Como ser do Bope e não obedecer ao secretário de segurança e governador? Como compreender o crime na sua complexa teia de relações com a economia, política e sociedade? Como não reduzi-lo à lógica militarizada predominante? Como não repor a centralidade da tropa incorruptível que executa os pobres e manda para as grades os poderosos. Uma tradição no Brasil, onde o sistema judiciário garante prisão especial ou vala, de acordo com a classe social?
E agora Padilha? E agora Nascimento? Quais são os limites da ação por dentro do “sistema”? Paliativos necessários que salvam milhares de vidas? Reforço à militar lógica da integridade da tropa a serviço do bem e da execução? UPPs da zona sul para as Olimpíadas? PACs em áreas militarmente controladas e eleitoralmente encurraladas? Prisão de alguns para permanência de muitos? Mudar tudo para que tudo permaneça como está? O que fazemos nós, não ficcionais personagens?
Afinal, quando iremos ver a cara do “sistema”? Sabemos dos riscos de vermos a nós mesmos no espelho. Mas só há este caminho se não quisermos eleger Nascimento para deputado e vê-lo assassinado, prisioneiro em sua própria casa ou, pior de tudo, comprado pelos acordos que sustentam reeleições e a governabilidade de uma sociedade controlada por uma classe dominante assassina e cínica. Ou o cinismo já nos engoliu a todos, pois todo mundo tem seu preço?
Obrigado Padilha por entrar conosco neste labirinto. Aqui começa o real.
Oh! Vos que adentrais estes umbrais, deixai para trás toda a ficção
Tropa de Elite 2, ou o labirinto de José Padilha e de todos nós
José Cláudio Souza Alves - 20/10/2010
Tropa de Elite 2, na esteira do primeiro, mas sem o marketing da clandestinidade pirata, já nasce fadado ao sucesso de público.
Dá continuidade a elementos do primeiro, mas inclui modificações determinantes que, na tensão com aquilo que se repete, revela o incrível labirinto em que se meteu José Padilha. Ou será o labirinto de todos nós?
Na conta do que se mantém, temos a espetacularização da violência, ingrediente determinante em filmes de ação, a apologia institucional do Bope, a banalização da carne barata de traficantes, a degradação da corrupta polícia militar e a humanização do capitão nascimento, via complexo familiar.
Padilha, porém, revela uma sensibilidade aos acontecimentos que marcaram a vida do Rio de Janeiro, desde o primeiro filme, permitindo assim o avanço na complexidade do tema.
Surpreende a vinculação da violência ao poder político como eixo mais forte da trama. Não que ele esteja ausente no primeiro, mas agora ele se transforma no alvo.
Independente da caricaturização do vilão, indispensável ao filme de ação e, portanto, o consequente maniqueísmo e exacerbação de uma visão conspiratória, o grande mérito se revela na percepção do Estado enquanto organizador do crime. Tese por mim desenvolvida no meu livro Dos Barões ao Extermínio, sobre os grupos de extermínio na Baixada Fluminense.
A introdução do intelectual de esquerda, ridicularizado inicialmente e legitimado no final, faz uma costura secundária, mas determinante desta tese.
A inspiração no trabalho do deputado estadual Marcelo Freixo, à frente da CPI das milícias na Alerj, ganha contornos quase hitchcoquianos, com a sua presença nas imagens iniciais do filme, a exemplo do que o mestre do suspense fazia consigo mesmo nas suas películas.
Neste filão, Padilha passeia pelo conjunto de políticos formado por deputado estadual, secretário de segurança pública e governador, além dos seus subordinados, revelando parte do que no filme é denominado de “sistema”.
Protegido pela licença ficcional, algo profundamente invejado por um sociólogo nos limites da academia, militante na Baixada e morador de Vigário Geral, o diretor desnuda o “sistema” sem pudor, construindo um final feliz, não isento de angústias, dada a ampliação da visão para o âmbito nacional e a continuidade do “sistema”. Gancho para a continuidade da série.
Adentramos, assim, no labirinto de Padilha e nosso carregando velhas e novas questões.
A convivência entre o reduzido protagonismo do deputado da CPI das milícias, a homogeneização rebaixada dos moradores de favelas, invisíveis no filme, e a centralidade do heróico e humanizado capitão Nascimento vão além dos limites da obra cinematográfica.
Invisibiliza, a exemplo do que fez com os moradores pobres, os grupos econômicos que financiam os políticos e maximizam seus lucros. Tangencia as empresas e serviços de comunicação que vendem o sangue junto com a campanha eleitoral. Ignora os bancos que lavam todo o dinheiro das milícias e os empresários e banqueiros que financiam 7 mil reais na compra de um quilo de cocaína boliviana e recebem 47 mil reais de retorno bruto apenas com adição de fermento para bolo, sua venda no varejo e a execução dos vendedores, para garantir a paz dos consumidores.
A humanização do Nascimento avança pelo complexo familiar ampliado, levando-o ao paroxismo de se tornar depoente chave da CPI das milícias e determinar a prisão dos elos mais frágeis do “sistema”.
Deixando de ser o cavaleiro negro, ou melhor, a caveira negra, opta pelo caminho branco da lei. Faz meia culpa ao confessar que não sabia mais porque matava pelo Bope, produz a ruptura determinante ao acusar a polícia de responsável pela organização do crime, mas traz silenciosamente consigo a sombra do injustiçado soldado André Matias, que apenas matara mais um vagabundo e foi executado por acreditar na integridade da polícia.
Matias, alterego de Nascimento, anuncia o controle político que o “sistema” exerce e morre por acreditar neste mesmo “sistema”. Ingenuidade? Talvez.
A dubiedade de Matias é a mola propulsora de Nascimento. Como romper o “sistema” por dentro? Como alterar o Estado Crime a partir dele próprio? Como ser do Bope e não obedecer ao secretário de segurança e governador? Como compreender o crime na sua complexa teia de relações com a economia, política e sociedade? Como não reduzi-lo à lógica militarizada predominante? Como não repor a centralidade da tropa incorruptível que executa os pobres e manda para as grades os poderosos. Uma tradição no Brasil, onde o sistema judiciário garante prisão especial ou vala, de acordo com a classe social?
E agora Padilha? E agora Nascimento? Quais são os limites da ação por dentro do “sistema”? Paliativos necessários que salvam milhares de vidas? Reforço à militar lógica da integridade da tropa a serviço do bem e da execução? UPPs da zona sul para as Olimpíadas? PACs em áreas militarmente controladas e eleitoralmente encurraladas? Prisão de alguns para permanência de muitos? Mudar tudo para que tudo permaneça como está? O que fazemos nós, não ficcionais personagens?
Afinal, quando iremos ver a cara do “sistema”? Sabemos dos riscos de vermos a nós mesmos no espelho. Mas só há este caminho se não quisermos eleger Nascimento para deputado e vê-lo assassinado, prisioneiro em sua própria casa ou, pior de tudo, comprado pelos acordos que sustentam reeleições e a governabilidade de uma sociedade controlada por uma classe dominante assassina e cínica. Ou o cinismo já nos engoliu a todos, pois todo mundo tem seu preço?
Obrigado Padilha por entrar conosco neste labirinto. Aqui começa o real.
Oh! Vos que adentrais estes umbrais, deixai para trás toda a ficção
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
A Vida é Um Ecom se você Não Gosta Do Que está recebendo pesse no Que está emitindo
" A VIDA É UM ECO SE VOCÊ NÃO GOSTA DO QUE ESTÁ RECEBENDO PENSE NO QUE ESTÁ EMITINDO'
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
Espaço de EDMUNDO - Windows Live
Espaço de EDMUNDO - Windows Live
Segundo cientista, talvez a presença de matéria escura no Sol seja o que mantém a vida em nosso planeta.
A composição exata do Sol sempre foi um mistério para os cientistas. O astro parece ter muita facilidade em transportar energia para sua superfície do que seria previsto se ele fosse formado como modelos tradicionais apontam. Enquanto os motivos para que isso aconteça ainda são incertos, podemos afirmar que esse fenômeno afeta a radiação que recebemos em nosso planeta e, por conseqüência, nossas vidas.
Agora físicos da Universidade de Oxford criaram uma nova teoria que diz que o Sol age como um aspirador de pó, sugando a matéria escura ao seu redor. E essa matéria escura poderia ser a responsável pela facilidade de transferência de energia.
A matéria escura, pelo que se sabe, é feita de partículas massivas fracamente interativas, que seriam cerca de 100 vezes maiores do que um próton. Mas elas são muito difíceis de serem observadas, já que interagem apenas através de uma fraca força nuclear. Aliás, uma das teorias mais aceitas diz que, assim que uma partícula de matéria escura entra em contato com outra, elas se anulariam, deixando para trás partículas como neutrinos.
Os pesquisadores notaram que, se houvesse quantidades iguais de matéria e anti-matéria no Universo, elas também se anulariam. Como percebemos, pelo menos do lado da Terra, a superioridade da matéria, algo deve estar priorizando a presença dela em detrimento da anti-matéria. E é aí que o Sol entra.
Nossa estrela estaria sugando a matéria escura – e durante uns bons 5 bilhões de anos. Como a matéria escura facilitaria a transferência de energia para a superfície do Sol, os números se encaixariam perfeitamente.
Se essa teoria estiver certa, nossa vida existe graças aos efeitos solares na matéria escura.
Segundo cientista, talvez a presença de matéria escura no Sol seja o que mantém a vida em nosso planeta.
A composição exata do Sol sempre foi um mistério para os cientistas. O astro parece ter muita facilidade em transportar energia para sua superfície do que seria previsto se ele fosse formado como modelos tradicionais apontam. Enquanto os motivos para que isso aconteça ainda são incertos, podemos afirmar que esse fenômeno afeta a radiação que recebemos em nosso planeta e, por conseqüência, nossas vidas.
Agora físicos da Universidade de Oxford criaram uma nova teoria que diz que o Sol age como um aspirador de pó, sugando a matéria escura ao seu redor. E essa matéria escura poderia ser a responsável pela facilidade de transferência de energia.
A matéria escura, pelo que se sabe, é feita de partículas massivas fracamente interativas, que seriam cerca de 100 vezes maiores do que um próton. Mas elas são muito difíceis de serem observadas, já que interagem apenas através de uma fraca força nuclear. Aliás, uma das teorias mais aceitas diz que, assim que uma partícula de matéria escura entra em contato com outra, elas se anulariam, deixando para trás partículas como neutrinos.
Os pesquisadores notaram que, se houvesse quantidades iguais de matéria e anti-matéria no Universo, elas também se anulariam. Como percebemos, pelo menos do lado da Terra, a superioridade da matéria, algo deve estar priorizando a presença dela em detrimento da anti-matéria. E é aí que o Sol entra.
Nossa estrela estaria sugando a matéria escura – e durante uns bons 5 bilhões de anos. Como a matéria escura facilitaria a transferência de energia para a superfície do Sol, os números se encaixariam perfeitamente.
Se essa teoria estiver certa, nossa vida existe graças aos efeitos solares na matéria escura.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Espaço de EDMUNDO - Windows Live
Espaço de EDMUNDO - Windows LiveTodas as mensagens do blogMeu blogEditar postagens no blogAdicionar um Post ao Blog. Excesso de cálcio pode causar ataques cardíacosPostado por Edmundo Bispo Araújo em 13 agosto 2010 às 19:59
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Excluir mensagem Editar postagens no blog..
A necessidade de cálcio no corpo existe durante a vida toda, embora varie com a idade, e a sua ausência pode causar uma série de problemas. Em organismos onde falta cálcio, pode haver osteoporose, propensão a fraturas, além de outros sintomas não relacionados aos ossos. Para suprir as necessidades, algumas pessoas ingerem suplementos de cálcio além da alimentação. O problema é que nem sempre a necessidade realmente existe, e o excesso de cálcio também pode ser uma ameaça em potencial. Os cientistas agora descobriram mais um risco quanto ao cálcio em demasia: ataques cardíacos.
O efeito é mais sentido em pessoas idosas. Acima dos 50 anos, os médicos recomendam que se consuma 1200mg de cálcio por dia (o equivalente a cinco copos de leite integral). Julgando não ingerir a quantidade necessária, alguns idosos apelam para comprimidos de até 500mg suplementares. De acordo com o estudo de uma escola médica em New Hampshire (EUA), a ingestão extra de 500mg diárias de cálcio aumenta o risco de ataques cardíacos.
Os riscos para o coração não são os únicos malefícios desses comprimidos suplementares. Consumir cálcio em excesso causa problemas como anorexia, dificuldades cognitivas, depressão e fraqueza muscular, em menor escala. Mas o principal dos prejuízos é o risco de pedra no rim. É porque o cálcio adquirido via suplementos é mais difícil de digerir. Assim, se você consumir cálcio em excesso pela alimentação (algo como tomar dez copos de leite em um dia), dificilmente terá pedras no rim, porque o cálcio é digerido mais facilmente, mas basta um ou dois comprimidos além do necessário para que o cálcio se acumule nos rins, que filtram os nutrientes, e formem as doloridas pedrinhas. E agora temos também o risco de ataques cardíacos, uma triste novidade no meio científico.
Mas existe um porém: pessoas que já tomam suplementos não devem retirá-lo da dieta sem consultar um médico. Primeiro, porque a pessoa pode realmente precisar do cálcio suplementar. Se em excesso ele traz riscos ao coração, na ausência pode trazer problemas concretos aos ossos e ser uma porta de entrada para a osteoporose: assim, seria apenas uma questão de regular a quantidade ingerida. Além disso, retirar um suplemento de uma hora para outra pode desregular o organismo e causar malefícios adicionais devido à mudança.
O estudo dos cientistas americanos concentrou-se em idosos, grupo onde os riscos de ataque cardíaco e osteoporose caminham lado a lado. A média de idade dos mais de 12.000 pesquisados (retirados de 11 clínicas de New Hampshire) foi de 72 anos. Entre os participantes que tomavam suplementos de cálcio, 2,7% sofreram ataques cardíacos durante o estudo, enquanto essa taxa foi de 2,2% entre os que não tomavam. Calculando, descobriram que o risco de problemas no coração é 31% maior entre os que se servem dos comprimidos.
Dessa forma, o “desafio” dos idosos é evitar, ao mesmo tempo, a osteoporose e os problemas decorrentes do excesso de cálcio. Assim, como explicam os pesquisadores, deve-se saber dosar as quantidades certas de cálcio. É fundamental consultar um médico antes de comprar não apenas uma pílula de cálcio suplementar, mas qualquer medicamento semelhante.
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A necessidade de cálcio no corpo existe durante a vida toda, embora varie com a idade, e a sua ausência pode causar uma série de problemas. Em organismos onde falta cálcio, pode haver osteoporose, propensão a fraturas, além de outros sintomas não relacionados aos ossos. Para suprir as necessidades, algumas pessoas ingerem suplementos de cálcio além da alimentação. O problema é que nem sempre a necessidade realmente existe, e o excesso de cálcio também pode ser uma ameaça em potencial. Os cientistas agora descobriram mais um risco quanto ao cálcio em demasia: ataques cardíacos.
O efeito é mais sentido em pessoas idosas. Acima dos 50 anos, os médicos recomendam que se consuma 1200mg de cálcio por dia (o equivalente a cinco copos de leite integral). Julgando não ingerir a quantidade necessária, alguns idosos apelam para comprimidos de até 500mg suplementares. De acordo com o estudo de uma escola médica em New Hampshire (EUA), a ingestão extra de 500mg diárias de cálcio aumenta o risco de ataques cardíacos.
Os riscos para o coração não são os únicos malefícios desses comprimidos suplementares. Consumir cálcio em excesso causa problemas como anorexia, dificuldades cognitivas, depressão e fraqueza muscular, em menor escala. Mas o principal dos prejuízos é o risco de pedra no rim. É porque o cálcio adquirido via suplementos é mais difícil de digerir. Assim, se você consumir cálcio em excesso pela alimentação (algo como tomar dez copos de leite em um dia), dificilmente terá pedras no rim, porque o cálcio é digerido mais facilmente, mas basta um ou dois comprimidos além do necessário para que o cálcio se acumule nos rins, que filtram os nutrientes, e formem as doloridas pedrinhas. E agora temos também o risco de ataques cardíacos, uma triste novidade no meio científico.
Mas existe um porém: pessoas que já tomam suplementos não devem retirá-lo da dieta sem consultar um médico. Primeiro, porque a pessoa pode realmente precisar do cálcio suplementar. Se em excesso ele traz riscos ao coração, na ausência pode trazer problemas concretos aos ossos e ser uma porta de entrada para a osteoporose: assim, seria apenas uma questão de regular a quantidade ingerida. Além disso, retirar um suplemento de uma hora para outra pode desregular o organismo e causar malefícios adicionais devido à mudança.
O estudo dos cientistas americanos concentrou-se em idosos, grupo onde os riscos de ataque cardíaco e osteoporose caminham lado a lado. A média de idade dos mais de 12.000 pesquisados (retirados de 11 clínicas de New Hampshire) foi de 72 anos. Entre os participantes que tomavam suplementos de cálcio, 2,7% sofreram ataques cardíacos durante o estudo, enquanto essa taxa foi de 2,2% entre os que não tomavam. Calculando, descobriram que o risco de problemas no coração é 31% maior entre os que se servem dos comprimidos.
Dessa forma, o “desafio” dos idosos é evitar, ao mesmo tempo, a osteoporose e os problemas decorrentes do excesso de cálcio. Assim, como explicam os pesquisadores, deve-se saber dosar as quantidades certas de cálcio. É fundamental consultar um médico antes de comprar não apenas uma pílula de cálcio suplementar, mas qualquer medicamento semelhante.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
A andropausa deve ser tratada? - EDYARAUJO MIX C/YOGA
A andropausa deve ser tratada? - EDYARAUJO MIX C/YOGA
Suor, noites sem dormir, ganho de peso, dores de cabeça, e nenhum desejo sexual. Muitas mulheres se aproximando da menopausa podem se identificar com esses sintomas – e os homens também.
No ano passado, uma seqüência de noites agitadas levou um homem de 46 anos a procurar seu médico. Depois de um hemograma, ele foi informado de que seus níveis de testosterona estavam abaixo do normal, sendo essa a provável explicação para os sintomas que ele estava experimentando.
A condição não é tão rara. Alguns homens – até 25% – observam uma queda da testosterona abaixo do normal na meia-idade e, em alguns casos, esta transição desencadeia um conjunto de sintomas que vieram a ser conhecidos como “menopausa masculina” (ou andropausa).
Os sintomas assemelham-se a mudanças nas mulheres na menopausa, como diminuição da libido, ondas de calor, fadiga, fraqueza, insônia, mau humor e ganho de peso. Mas a comparação só vai até aí: ao contrário das mudanças relativamente rápidas que ocorrem durante a menopausa, a testosterona em homens tende a declinar lentamente ao longo de muitos anos e nem sempre é perceptível. Apenas uma fração dos homens com baixos níveis de testosterona desenvolvem sintomas problemáticos, ao passo que a maioria das mulheres na menopausa experiencia pelo menos ondas de calor.
Segundo especialistas, os níveis de testosterona diminuem gradualmente com o envelhecimento, geralmente em torno dos 40 anos. Embora a queda seja natural, isso não significa que não tem conseqüências fisiológicas ou clínicas, e que não deve ser tratada.
Entre 1999 e 2008, o número de prescrições preenchidas nos EUA para géis, injeções e adesivos de testosterona aumentou mais de 400%. Os tratamentos de testosterona em homens de meia idade e idosos são em grande parte desconhecidos, no entanto, eles carregam um risco de efeitos secundários graves. O forte aumento na sua utilização levou alguns especialistas a pensar se a chamada menopausa masculina deveria mesmo ser tratada.
Enquanto cerca de 25% dos homens acima dos 30 anos têm níveis baixos de testosterona, apenas cerca de 5% apresentaram sintomas suficientemente graves para justificar uma terapia. E não é sempre claro que a baixa testosterona é a culpa pelos sintomas que afligem os homens em tratamento, porque os sintomas podem ser facilmente confundidos com aqueles decorrentes de outros problemas de saúde, como estresse, depressão ou doença cardíaca. Médicos recomendam um teste de testosterona como parte de um exame físico anual.
No início deste ano, pesquisadores na Grã-Bretanha tentaram pela primeira vez identificar os sintomas que são mais estreitamente ligados à baixa testosterona. Só três – disfunção erétil, menor número de ereções matinais, e menos pensamentos sexuais – eram seguramente ligados aos níveis de testosterona. Outros seis, incluindo baixa energia, fadiga e dificuldade de realização de atividade física, tinham menos ou nenhuma relação com o nível de testosterona.
O estudo concluiu que muito menos homens do que se pensava – apenas aproximadamente 2%, entre as idades de 40 e 80 – estão realmente experimentando algo que pode ser chamado de menopausa masculina.
Ou seja, não se deve tratar de todos os homens com baixa testosterona, ou usar esse tratamento em homens com sintomas parecidos. Apenas os homens que experimentam as duas condições (os sintomas e a baixa testosterona) devem ser tratados.
Estudos ao longo dos anos concluíram que a terapia de testosterona é eficaz para homens geralmente mais jovens, mas o valor do tratamento em homens de idade é ainda incerto. Os poucos estudos que foram realizados em homens mais velhos tiveram resultados contraditórios sobre os benefícios e riscos.
Isso não os impediu de quererem ser tratados – ou médicos de tratá-los. Um homem com testosterona muito baixa e vários sintomas – perda da libido, não poder ter relações sexuais, se cansar o tempo todo, e não ter força – pode fazer o tratamento, independentemente da idade, segundo especialistas. Para os mais velhos não há certeza de melhoras, mas os mais jovens que foram tratados dessa forma tiveram benefícios.
Mas há o lado negativo do tratamento. Correção diária de testosterona, com adesivos, pode ser chata e injeções mensais desconfortáveis. Desconforto de lado, o tratamento pode ajudar o homem a dormir melhor, ser menos ranzinza, e também aumentar um pouco sua libido – pelo menos no início. Mas após cerca de quatro a seis meses, os homens podem ter dores de cabeça leves e observarem um aumento de seu peso após cada injeção.
Essas reações não são incomuns e podem ser um incômodo, mas há efeitos colaterais ainda mais graves. A terapia da testosterona pode aumentar o risco de doença cardíaca e derrame e, apesar da ligação não ter sido provada, pode até aumentar o risco de câncer de próstata. Mesmo na ausência de qualquer prova, é obrigação do médico informar o paciente dos riscos.
É mais comum que os homens parem a terapia porque ela não está funcionando. Nem todos conseguem aumentar seus níveis de testosterona até a média, ou seja, pouco benefício em relação a tudo que se tem que de aguentar.
Suor, noites sem dormir, ganho de peso, dores de cabeça, e nenhum desejo sexual. Muitas mulheres se aproximando da menopausa podem se identificar com esses sintomas – e os homens também.
No ano passado, uma seqüência de noites agitadas levou um homem de 46 anos a procurar seu médico. Depois de um hemograma, ele foi informado de que seus níveis de testosterona estavam abaixo do normal, sendo essa a provável explicação para os sintomas que ele estava experimentando.
A condição não é tão rara. Alguns homens – até 25% – observam uma queda da testosterona abaixo do normal na meia-idade e, em alguns casos, esta transição desencadeia um conjunto de sintomas que vieram a ser conhecidos como “menopausa masculina” (ou andropausa).
Os sintomas assemelham-se a mudanças nas mulheres na menopausa, como diminuição da libido, ondas de calor, fadiga, fraqueza, insônia, mau humor e ganho de peso. Mas a comparação só vai até aí: ao contrário das mudanças relativamente rápidas que ocorrem durante a menopausa, a testosterona em homens tende a declinar lentamente ao longo de muitos anos e nem sempre é perceptível. Apenas uma fração dos homens com baixos níveis de testosterona desenvolvem sintomas problemáticos, ao passo que a maioria das mulheres na menopausa experiencia pelo menos ondas de calor.
Segundo especialistas, os níveis de testosterona diminuem gradualmente com o envelhecimento, geralmente em torno dos 40 anos. Embora a queda seja natural, isso não significa que não tem conseqüências fisiológicas ou clínicas, e que não deve ser tratada.
Entre 1999 e 2008, o número de prescrições preenchidas nos EUA para géis, injeções e adesivos de testosterona aumentou mais de 400%. Os tratamentos de testosterona em homens de meia idade e idosos são em grande parte desconhecidos, no entanto, eles carregam um risco de efeitos secundários graves. O forte aumento na sua utilização levou alguns especialistas a pensar se a chamada menopausa masculina deveria mesmo ser tratada.
Enquanto cerca de 25% dos homens acima dos 30 anos têm níveis baixos de testosterona, apenas cerca de 5% apresentaram sintomas suficientemente graves para justificar uma terapia. E não é sempre claro que a baixa testosterona é a culpa pelos sintomas que afligem os homens em tratamento, porque os sintomas podem ser facilmente confundidos com aqueles decorrentes de outros problemas de saúde, como estresse, depressão ou doença cardíaca. Médicos recomendam um teste de testosterona como parte de um exame físico anual.
No início deste ano, pesquisadores na Grã-Bretanha tentaram pela primeira vez identificar os sintomas que são mais estreitamente ligados à baixa testosterona. Só três – disfunção erétil, menor número de ereções matinais, e menos pensamentos sexuais – eram seguramente ligados aos níveis de testosterona. Outros seis, incluindo baixa energia, fadiga e dificuldade de realização de atividade física, tinham menos ou nenhuma relação com o nível de testosterona.
O estudo concluiu que muito menos homens do que se pensava – apenas aproximadamente 2%, entre as idades de 40 e 80 – estão realmente experimentando algo que pode ser chamado de menopausa masculina.
Ou seja, não se deve tratar de todos os homens com baixa testosterona, ou usar esse tratamento em homens com sintomas parecidos. Apenas os homens que experimentam as duas condições (os sintomas e a baixa testosterona) devem ser tratados.
Estudos ao longo dos anos concluíram que a terapia de testosterona é eficaz para homens geralmente mais jovens, mas o valor do tratamento em homens de idade é ainda incerto. Os poucos estudos que foram realizados em homens mais velhos tiveram resultados contraditórios sobre os benefícios e riscos.
Isso não os impediu de quererem ser tratados – ou médicos de tratá-los. Um homem com testosterona muito baixa e vários sintomas – perda da libido, não poder ter relações sexuais, se cansar o tempo todo, e não ter força – pode fazer o tratamento, independentemente da idade, segundo especialistas. Para os mais velhos não há certeza de melhoras, mas os mais jovens que foram tratados dessa forma tiveram benefícios.
Mas há o lado negativo do tratamento. Correção diária de testosterona, com adesivos, pode ser chata e injeções mensais desconfortáveis. Desconforto de lado, o tratamento pode ajudar o homem a dormir melhor, ser menos ranzinza, e também aumentar um pouco sua libido – pelo menos no início. Mas após cerca de quatro a seis meses, os homens podem ter dores de cabeça leves e observarem um aumento de seu peso após cada injeção.
Essas reações não são incomuns e podem ser um incômodo, mas há efeitos colaterais ainda mais graves. A terapia da testosterona pode aumentar o risco de doença cardíaca e derrame e, apesar da ligação não ter sido provada, pode até aumentar o risco de câncer de próstata. Mesmo na ausência de qualquer prova, é obrigação do médico informar o paciente dos riscos.
É mais comum que os homens parem a terapia porque ela não está funcionando. Nem todos conseguem aumentar seus níveis de testosterona até a média, ou seja, pouco benefício em relação a tudo que se tem que de aguentar.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
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O QUE VOCÊ ACHA DO YOGA?
PERSONAL YOGA SÁDHANA-ARAÚJO
Como Fazer Web
PARA QUE SERVEM AS TÉCNICAS DO YOGA?
1-Servem para resolver uma das maiores equações humanas:
vivenciar a razão de sua própia existência.não estou falando de descobrir ou saber, mas vivenciar.Essa experiência transcende e muito a tomada de conciência, é mais do que isso, você experimenta.
2-As técnicas do yoga promovem um grande reforço da saúde, aumento da vitalidade e disposição,prevenção e ação terapêutica em diversos cassos, gerenciamento de stresse, segurança estabilidade emocional, melhora a capacidade de raciocínio ecriatividade, só alguns de seus efeitos.
